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Cidades com imóveis que chegam a R$ 100 mil por m²

By Iris Andrade

Cidades brasileiras com os imóveis mais valorizados atingem até R$ 100 mil por metro quadrado

Uma análise recente revela que o valor do metro quadrado de imóveis premium no Brasil supera muitas expectativas, chegando a cifras que ultrapassam os R$ 100 mil em determinadas regiões. As cidades que lideram esse ranking estão localizadas principalmente no litoral de Santa Catarina, desbancando metrópoles tradicionais como São Paulo e Rio de Janeiro.

O destaque fica por conta de Balneário Camboriú

Desde 2022, Balneário Camboriú ocupa a posição de cidade com o metro quadrado mais caro do país, registrando uma média de aproximadamente R$ 14 mil. Conhecida por seu perfil verticalizado e por ser uma das cidades mais luxuosas do Brasil, ela apresenta um crescimento contínuo nos preços dos imóveis de alto padrão, impulsionado pela alta demanda e oferta limitada de terrenos na faixa marítima.

Itapema e Itajaí despontam com crescimento expressivo

Logo atrás de Balneário Camboriú, aparecem cidades como Itapema, com um metro quadrado avaliado em cerca de R$ 14,3 mil, e Itajaí, com preços variando entre R$ 12 e R$ 13 mil. Ambas têm registrado aumentos superiores a 13% em um período de doze meses, resultado do forte interesse de investidores nacionais e internacionais que buscam qualidade de vida, belezas naturais e alto padrão de construção.

A expansão imobiliária nessas regiões é reforçada pela oferta escassa de terrenos, elevando ainda mais os preços e formando uma espécie de “bolha imobiliária” que concentra uma significativa valorização patrimonial para quem adquiriu imóveis nesses locais nos últimos anos.

Fatores que impulsionam o mercado em Santa Catarina

Segundo especialistas, a valorização do litoral catarinense foi acelerada pela pandemia de COVID-19, pois muitos brasileiros passaram a valorizar locais próximos ao mar, com infraestrutura moderna e maior contato com a natureza. Além do turismo crescente e da infraestrutura de alta qualidade, a presença de empresas multinacionais e o desenvolvimento do setor portuário contribuem para o aumento da procura por imóveis de luxo.

Outras cidades em ascensão e o impacto na classificação nacional

Itajaí, com seu porto de destaque e praias como a Praia Brava, chega a liderar o ranking de valorização em alguns períodos, ocupando atualmente a 5ª colocação nacional no preço do metro quadrado, com valores médios entre R$ 12 e R$ 13 mil. A capital de Santa Catarina, Florianópolis, também figura entre as cidades mais valorizadas, podendo alcançar até R$ 100 mil por metro quadrado em áreas específicas.

De acordo com dados recentes, as regiões de Santa Catarina aparecem isoladas na ponta do ranking nacional, enquanto capitalismos como São Paulo e Rio de Janeiro perderam posição em relação às cidades do litoral catarinense, que continuam a registrar altas expressivas.

Perspectivas futuras e riscos

Investidores e analistas alertam que, apesar da valorização acelerada, esses mercados podem atingir um ponto de maturidade no futuro, quando a oferta de terrenos vai continuar a limitar o crescimento dos preços. Ainda assim, a tendência atual é de que o mercado de alto padrão na região continue a atrair grandes investimentos, celebridades e projetos bilionários, consolidando Santa Catarina como o novo epicentro de imóveis de luxo no Brasil.

Para os compradores, é fundamental avaliar os riscos de eventual estabilização de preços e a sustentabilidade dessa valorização crescente. Entretanto, para quem investiu nos últimos anos, as perspectivas continuam positivas, com a valorização do patrimônio atingindo níveis que, em alguns casos, dobram a inflação do país.

Conclusão

O mercado imobiliário no Brasil vive um momento de maior valorização nas cidades litorâneas de Santa Catarina, que lideram o ranking com valores de até R$ 100 mil por metro quadrado. A combinação de praias paradisíacas, alto padrão de vida e aumento exponencial dos preços faz dessas regiões os atuais focos de investimentos na busca por imóveis de luxo.

Procura por terrenos escassos, projetos de alto padrão e a forte demanda de investidores continuam alimentando essa tendência de ascensão, que pode transformar a região na principal referência de imóveis mais caros do país por anos subsequentes.

Fonte: IA.

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