Skip to content

Rondônia surpreende com imóveis caros no país

By Iris Andrade

VIROU LUXO: Rondônia tem o 3º metro quadrado de imóveis mais caro do país

Adquirir um imóvel em Rondônia deixou de ser um sonho comum para virar privilégio de poucos, diante dos custos praticados no estado. Dados do SINAPI, referentes a abril de 2025, apontam que Rondônia ocupa o terceiro lugar no ranking nacional do preço médio do metro quadrado, com valor de 2.121,00 reais.

Como fica o ranking e os números

No topo do ranking estão Santa Catarina, com 2.202,00 reais por m², e Acre, com 2.196,00 reais. Rondônia fica em terceiro lugar, superando estados com valores próximos, e consolidando a percepção de que o custo da casa própria está elevado na região.

Custos da construção por metro quadrado

O valor médio do m² da construção em Rondônia está em 1.810,25 reais. Desse total, cerca de 1.043,45 reais correspondem aos materiais e 766,80 reais à mão de obra.

Tendências e variações

  • Variação mensal da mão de obra em abril: 0,36%.
  • Acréscimo acumulado nos últimos 12 meses: 6,04%.
  • Maiores altas por região: Sul (0,43%), Norte (0,42%), Nordeste (0,35%), Sudeste (0,34%) e Centro-Oeste (0,24%).
  • Entre os estados, Acre apresentou a maior taxa mensal entre os estados, 4,11%.

Impactos no mercado imobiliário

Com custos elevados e ritmo de aumentos nos insumos, empreendedores atuam com cautela na viabilidade de novos projetos. Para quem planeja construir ou comprar, o cenário se traduz em imóveis mais caros, parcelas mais longas e maior dificuldade de acesso a opções populares, mesmo com o crescimento econômico observado em trechos como Porto Velho–Ariquemes e Vilhena–Cacoal.

Desafios para famílias e políticas públicas

Apesar de avanços econômicos em algumas regiões, aproximadamente 20% da população de Rondônia vive de aluguel, o que amplia a distância entre o sonho da casa própria e a realidade. Especialistas apontam que, se a tendência de custos continuar, o preço do metro quadrado pode atingir novos patamares ainda em 2025, reforçando a necessidade de políticas habitacionais mais robustas para mitigar o impacto da inflação na construção civil.

Fonte: EuIdeal

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *