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Estigma da morte que impacta casas no Japão

By Iris Andrade

Mortes isoladas no Japão pressionam preços de imóveis

O Japão convive com um fenômeno silencioso que cresce com o envelhecimento da população e o aumento de pessoas que vivem sozinhas: mortes não notificadas por dias ou meses, conhecidas como kodokushi.

Dados oficiais

De janeiro a junho de 2025, a Agência Nacional de Polícia registrou 40.913 casos de morte isolada, 3.686 a mais que no mesmo período do ano anterior.

Em mais de 11 mil ocorrências, o corpo foi descoberto apenas após oito dias, critério que passou a constar como definição oficial de morte isolada.

Impacto no mercado imobiliário

Os chamados jiko bukken — imóveis onde houve mortes violentas ou solitárias — enfrentam rejeição significativa entre compradores. Mesmo imóveis bem localizados e com boa estrutura, podem perder até 50% do valor de venda.

Obrigações de transparência

Desde 2021, a legislação exige que proprietários informem, no momento da venda ou do aluguel, se ocorreram mortes no imóvel nos três anos anteriores, com maior atenção para casos de suicídio, homicídio ou kodokushi com descoberta tardia.

Contexto e cobertura

A cobertura inclui explicação de como o estigma ligado à morte afeta o mercado imobiliário japonês e menciona uma reportagem em texto para leitura adicional.

Fonte: BBC News Brasil

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