Descubra as melhores cidades do mundo 2025
By Iris Andrade
As 100 melhores cidades do mundo em 2025: onde morar, trabalhar e visitar
A edição mais recente do relatório World’s Best Cities, elaborado pela consultoria Resonance, avaliou mais de 270 cidades com mais de 1 milhão de habitantes para mapear quais destinam influenciam a forma como se vive, trabalha e viaja em 2025. A análise considera centenas de indicadores, como conectividade aérea, vida cultural, educação, economia, caminhabilidade e presença em plataformas digitais, complementados por respostas de mais de 21 mil pessoas em 30 países. A classificação final é medida pelo Place Power Score, que agrega três pilares: habitabilidade, atratividade e prosperidade. A metodologia ganhou atualização neste ano para refletir a renovação urbana, incorporando dados de plataformas asiáticas como Weibo e Xiaohongshu, segundo o presidente da Resonance, Chris Fair.
O relatório surge em um momento de recuperação do turismo internacional e de mudanças provocadas pelo trabalho remoto, que passam a influenciar as decisões sobre onde morar e investir.
Londres lidera pela 11ª vez consecutiva
Pelo décimo primeiro ano consecutivo, a capital britânica fica no topo do ranking. Londrês mantém altas notas em prosperidade e atratividade (2) e habitabilidade (3), além de liderar em conectividade aeroportuária e presença de grandes empresas. Em 2024, o esforço internacional de visitantes alcançou níveis expressivos, com gasto próximo a 22 bilhões de dólares, superando cidades como Nova York e Dubai. O mercado imobiliário comercial da cidade também destacou investimentos significativos no primeiro trimestre de 2024, com aportes estimados em 3,78 bilhões de dólares vindos de investidores norte-americanos.
Nova York fica em segundo lugar e o ranking global
Nova York aparece na vice-liderança, superando Paris. A cidade recebe notas altas em prosperidade e atratividade, apoiadas pelos setores financeiro, cultural, tecnológico e gastronômico. Em habitabilidade, o resultado foi 3. A modernização de infraestrutura, como os aeroportos LaGuardia e JFK, é apontada como um motor de dinamismo recente.
Top 5 e destaques regionais
Após Nova York, o ranking aponta Paris em terceiro lugar, mantendo força em habitabilidade e atratividade, impulsionada por investimentos públicos para eventos e reformas urbanas em curso. Tóquio permanece em quarto, reconhecida pela segurança, gastronomia e planejamento urbano. Madrid sobe para o quinto posto, impulsionada por políticas de sustentabilidade e renovações urbanas.
No contexto brasileiro, o país aparece em duas posições no top 20: São Paulo em décima oitava e Rio de Janeiro em quadragésima segunda.
Tendências globais
A Europa continua dominante no grupo das 100, mas a Ásia avança com a recuperação do turismo. Entre as cidades da região presentes no top 20 estão Cingapura, Sydney, Seul, Pequim, Xangai e Hong Kong. O relatório também destaca desafios globais como impactos da IA, tensões geopolíticas e mudanças climáticas, que devem moldar o futuro das grandes cidades.
Ranking completo: 100 melhores cidades para viver, trabalhar e visitar em 2025
- Londres, Reino Unido
- Nova York, EUA
- Paris, França
- Tóquio, Japão
- Madri, Espanha
- Cingapura
- Roma, Itália
- Dubai, Emirados Árabes Unidos
- Berlim, Alemanha
- Barcelona, Espanha
- Sydney, Austrália
- Los Angeles, EUA
- Seul, Coreia do Sul
- Amsterdã, Holanda
- Pequim, China
- Xangai, China
- Toronto, Canadá
- São Paulo, Brasil
- Hong Kong, China
- Istambul, Turquia
- Melbourne, Austrália
- Bangkok, Tailândia
- Osaka, Japão
- Oslo, Noruega
- Estocolmo, Suécia
- Miami, EUA
- Viena, Áustria
- San Francisco, EUA
- Bengaluru, Índia
- Cidade do México, México
- Munique, Alemanha
- Dublin, Irlanda
- Copenhague, Dinamarca
- Zurique, Suíça
- Chicago, EUA
- Milão, Itália
- Lisboa, Portugal
- Praga, República Tcheca
- Buenos Aires, Argentina
- Mumbai, Índia
- Vancouver, Canadá
- Rio de Janeiro, Brasil
- Varsóvia, Polônia
- Hamburgo, Alemanha
- Shenzhen, China
- Montreal, Canadá
- Budapeste, Hungria
- Bruxelas, Bélgica
- Riade, Arábia Saudita
- Kuala Lumpur, Malásia
- Bogotá, Colômbia
- Guangzhou, China
- Jacarta, Indonésia
- Déli, Índia
- Las Vegas, EUA
- Boston, EUA
- Washington, D.C., EUA
- Houston, EUA
- Aucklând, Nova Zelândia
- San Jose, EUA
- Helsinque, Finlândia
- Orlando, EUA
- Taipé, Taiwan
- Frankfurt, Alemanha
- Lima, Peru
- Atlanta, EUA
- Seattle, EUA
- Perth, Austrália
- Manchester, Reino Unido
- Cidade do Cabo, África do Sul
- Cracóvia, Polônia
- Valência, Espanha
- Ottawa, Canadá
- Atenas, Grécia
- Santiago, Chile
- Medellín, Colômbia
- Colônia, Alemanha
- Dallas, EUA
- Brisbane, Austrália
- Hangzhou, China
- San Diego, EUA
- Hyderabad, Índia
- Chengdu, China
- Denver, EUA
- Calgary, Canadá
- Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos
- Austin, EUA
- Filadélfia, EUA
- Baltimore, EUA
- Stuttgart, Alemanha
- Roterdã, Holanda
- Lyon, França
- Ruhr, Alemanha
- Busan, Coreia do Sul
- Düsseldorf, Alemanha
- Meca, Arábia Saudita
- Porto, Portugal
- Bucareste, Romênia
- Birmingham, Reino Unido
- Doha, Catar
Resumo adicional sobre tendências regionais e impactos no cenário urbano foram mapeados ao longo do relatório, destacando a continuidade da presença europeia, o avanço da Ásia e os desafios globais decorrentes da IA, tensões geopolíticas e mudanças climáticas.
Fonte: Alô Alô Bahia